Antes e durante a separação
Compreensão dos direitos, deveres e limites envolvidos na separação. Análise das questões sobre filhos, patrimônio e próximos passos, para evitar decisões precipitadas.
Como funciona a consultoria ↗Oriento pessoas que estão vivendo uma separação ou precisam reorganizar a vida familiar. Meu trabalho é esclarecer direitos, avaliar as consequências das decisões e construir soluções jurídicas que considerem a realidade da família, especialmente quando há filhos.
Atendimento on-line em todo o Brasil · Araraquara / SP
Fernanda
Sedenho MartinsADVOGADAOAB/SP 374.091
Você pode buscar orientação antes de tomar uma decisão, quando o diálogo está difícil ou quando precisa dar forma jurídica ao que já foi combinado.
Compreensão dos direitos, deveres e limites envolvidos na separação. Análise das questões sobre filhos, patrimônio e próximos passos, para evitar decisões precipitadas.
Como funciona a consultoria ↗Orientação e construção dos termos do acordo, com análise de bens, dívidas e responsabilidades. Avaliação da possibilidade de formalização em cartório, conforme os requisitos do caso.
Entenda os caminhos possíveis ↗Orientação para organizar os cuidados, a convivência e as despesas dos filhos. Construção de acordos que considerem suas necessidades e as responsabilidades de cada genitor.
Conheça o plano de parentalidade ↗Acompanhamento na organização dos documentos, identificação dos bens e definição da partilha, com orientação clara para a família durante o procedimento.
Entenda o primeiro atendimento ↗“Separação é entre adultos. Parentalidade continua.”
O plano de parentalidade organiza as responsabilidades dos pais após a separação. Ele é construído a partir da vida concreta da criança: seus horários, vínculos, necessidades e cuidados.
Na orientação jurídica, esses pontos são analisados para construir combinações claras e avaliar sua formalização adequada.
Acompanhamento de reuniões, consultas e decisões importantes. Como compartilhar informações e organizar os cuidados?
Horários, férias, feriados e deslocamentos. Como preservar os vínculos e respeitar a rotina dos filhos?
Necessidades, contribuições e despesas extraordinárias. Quem paga, como comunica e como comprova?
Canais de contato, imprevistos e mudanças. Como tratar das questões dos filhos sem colocá-los no meio do conflito?
As combinações devem respeitar os direitos dos filhos. A formalização de guarda, convivência e alimentos observa os requisitos legais e a homologação judicial cabível.
Antes de iniciar uma disputa, é preciso avaliar se há espaço para um acordo.
Conhecer a rotina da família, esclarecer direitos e identificar o que realmente está em desacordo permite avaliar os caminhos possíveis. Minha atuação tem foco na orientação jurídica, na construção de acordos conscientes e nas soluções extrajudiciais.
Com filhos, o cuidado exige separar as questões do casal das responsabilidades parentais. A solução precisa considerar a vida da criança e as condições reais de cada família.
Explicar o que cada escolha significa na prática, quais são seus limites e o que precisa ser formalizado.
Buscar condições claras e viáveis, com respeito aos direitos envolvidos e liberdade para decidir.
Em situações de violência, coerção ou risco, a prioridade é a proteção. A tentativa de acordo não pode atrasar medidas necessárias. A necessidade de intervenção judicial é avaliada conforme o caso.
Na minha experiência, alguns ex-casais chegam acreditando que precisam disputar tudo na Justiça, embora tenham interesses em comum: organizar a separação, cuidar dos filhos e seguir suas vidas. Os sentimentos naturais de um término, como mágoa, medo e frustração, podem dificultar essa percepção e impedir uma conversa sobre questões que poderiam ser resolvidas por acordo.
As experiências de pessoas próximas e a própria orientação profissional também influenciam esse caminho. Quando o diálogo não é devidamente trabalhado, as pessoas podem ser levadas a um processo judicial litigioso — uma disputa em que cada parte apresenta seus pedidos e argumentos para que o juiz decida —, mesmo sem desejar ou se sentir à vontade para passar por isso. Entendo que uma advocacia responsável precisa explicar as alternativas e avaliar o que realmente está em desacordo antes de encaminhar a família para uma disputa.
Quando há filhos, esse cuidado é ainda mais necessário. O relacionamento terminou, mas as decisões sobre guarda, convivência e pensão continuam. Os pais conhecem a rotina, os vínculos e as necessidades dos filhos. Quando conseguem colaborar e colocar essas necessidades no centro das decisões, há mais espaço para considerar os sentimentos dos filhos e proteger seus direitos.
Ao longo da minha atuação, compreendi que deixar essas decisões para o juiz nem sempre é a melhor saída. O Judiciário conhece a família pelas informações e provas apresentadas no processo. Por isso, considero importante analisar suas particularidades e, quando houver condições, ajudar os próprios envolvidos a construir uma solução ajustada à sua realidade.
Meu trabalho é ajudar a identificar essas particularidades e, quando possível, construir um acordo consciente, sem pressionar ninguém a aceitar condições injustas ou abrir mão de direitos. Também é importante compreender que as condições sobre guarda, convivência e pensão podem ser revistas pelos meios adequados quando as circunstâncias mudarem, para acompanhar as necessidades dos filhos e da família.
O CPC estimula a conciliação, a mediação e outros métodos consensuais, inclusive durante o processo. Nas ações de família, prevê esforços para construir uma solução consensual.
Consultar o CPC ↗Art. 3º, §§ 2º e 3º, e art. 694.A cartilha do CNJ orienta os pais sobre os efeitos do conflito nos filhos e a construção de uma parceria parental após a separação, com atenção às necessidades das crianças.
Ler a cartilha do CNJ ↗Material educativo do Conselho Nacional de Justiça, edição de 2015.OAB/SP 374.091
Direito de Família, Sucessório e Civil
Araraquara / SP
Sou advogada e minha experiência em processos de família fundamenta o trabalho de orientação que desenvolvo hoje. Faço questão de explicar os direitos, os limites e as consequências de cada escolha, com atenção ao que aquela família vive na prática.
Sou também mãe, esposa e cristã. Esses vínculos fazem parte da minha identidade. No meu trabalho, respeito a história de cada pessoa e considero suas necessidades ao orientar as decisões.
A consultoria inicial é um espaço para apresentar suas dúvidas e receber orientação jurídica. Você pode buscar esse atendimento mesmo que ainda não exista acordo ou processo. O atendimento é realizado on-line, em todo o Brasil.
Conversamos sobre a situação da família, suas dúvidas e as questões que precisam de atenção.
Analisamos as informações e os documentos disponíveis, as possibilidades de acordo e a necessidade de outras medidas.
Você recebe orientação sobre os próximos passos. Havendo contratação para acompanhamento, o escopo e os honorários são definidos previamente.
Sim. A consultoria pode ajudar a compreender as consequências jurídicas da separação e as questões sobre filhos e patrimônio. A decisão pessoal continua sendo sua.
Sim. É possível receber orientação individual para compreender direitos e avaliar caminhos. A construção de um acordo depende da participação e da vontade dos envolvidos. A consultoria não garante que a outra pessoa concordará.
Podemos começar identificando os pontos de consenso e as questões que ainda precisam ser analisadas. A viabilidade do acordo e a necessidade de medidas judiciais serão avaliadas conforme o caso.
Consensual significa que as pessoas chegaram a um acordo. Extrajudicial indica um procedimento realizado fora da Justiça, como uma escritura em cartório. Um acordo também pode precisar de homologação judicial.
O divórcio com filhos comuns menores ou incapazes pode ser feito em cartório quando guarda, convivência e alimentos já tiverem sido resolvidos previamente na Justiça e os demais requisitos forem atendidos. A avaliação é individual.
Novas necessidades dos filhos ou mudanças na família podem exigir ajustes. Quando houver acordo ou decisão judicial em vigor, a revisão deve seguir os meios adequados. As condições não devem ser alteradas unilateralmente.
Você pode fazer o primeiro contato para explicar sua situação. Os documentos necessários serão indicados conforme o caso; alguns poderão ser importantes já para a consultoria.
A consultoria tem escopo próprio. Se houver necessidade de acompanhamento de um procedimento, a contratação e os honorários serão tratados separadamente.
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